Google+ Followers

segunda-feira, 5 de maio de 2014

Notícia Boa! Indicadores econômicos dos últimos 3 anos apontam crescimento do Amapá


Resultados de pesquisas divulgadas por instituições como o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) revelam o bom momento econômico vivido nos últimos três anos no Amapá. O próprio anúncio do empresário francês Xavier de Moussac, do grupo martiniquense Soreidom, de que vai exportar soja plantada no Estado, confirma que a estabilidade e a credibilidade política ajudam a atrair investidores de dentro e de fora do Brasil.
No campo da pesquisa, por exemplo, o IBGE revelou que, no ano de 2012, o comércio varejista amapaense cresceu 17,7%, sendo o segundo maior crescimento do país. Já este ano, segundo o Instituto, os resultados com ajuste sazonal, para o volume de vendas, apontaram um crescimento de 3,8%.
"Saindo das tabelas para a prática, isso representa mais geração de emprego. Se a empresa cresce, há necessidade de contratar mais pessoas, que passam a ter mais poder de compra, que, por sua vez acabam aquecendo alguns setores da economia", comentou o economista e secretário de Estado do Planejamento, José Ramalho.

Confirmando o que disse Ramalho, dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego, revelam que, nos três primeiros anos de gestão do atual governador Camilo Capiberibe, o Amapá teve um saldo positivo de 16.903 empregos com carteira assinada, uma média de 5.398 por ano.

Se for fazer um comparativo com os três primeiros anos de gestão do ex-governador Waldez Góes, a média anual fica em 2.919. Na ocasião foi gerado um total de 8.789 empregos formais. "Nos dois casos é preciso considerar a economia brasileira. O primeiro mandato do ex-presidente Lula e parte do segundo, ou seja, de 2003 a 2008, foram o período de ascensão. Depois, veio a crise econômica mundial, cuja força maior foi justamente no início de 2011", explicou Ramalho.
Na outra ponta, alheios à crise e de olho nos indicadores econômicos, empresários amapaenses apostam na ampliação dos seus empreendimentos. O grupo Domestilar, por exemplo, abriu mais duas lojas com focos específicos - casa e informática -, da mesma forma que os grupos Fortaleza e Santa Lúcia triplicaram seus espaços, além da chegada das lojas Americanas, Renner, C&A, bem como a instalação dos shoppings Vila Nova e Amapá Garden.

"Tudo isso são reflexos da economia estável. Ninguém investe num lugar sem antes fazer pesquisa de mercado a médio e longo prazos e logicamente que a estabilidade e a credibilidade política também são levadas em conta", resumiu o economista, citando ainda que a abertura de vários loteamentos revela o aumento do poder de compra da população amapaense, que também contribuiu para a vinda de mais duas empresas aéreas - Sete e Azul - para atender o mercado local.

Outro fator que mostra a estabilidade da economia do Estado diz respeito aos números da Junta Comercial do Amapá (Jucap). De 2011 a 2013 foram abertos 5.874 empreendimentos e fechados 1.217, tendo um saldo positivo de 4.657.

"Esses indicadores oficiais e a chegada de novas redes de lojas nacionais, juntamente com investimentos na expansão dos negócios dos empresários locais, nos confirmam que a economia do Estado não está parada, que isso é apenas discurso político e nada mais", afirma o secretario de Governo, Juliano Del Castilo.
Governador Camilo Capiberibe: ″estamos fazendo o nosso dever de casa, garantindo o nosso crescimento econômico″
Para o governador Camilo Capiberibe, a resolução do problema energético através da federalização da CEA, com garantia de investimentos em energia, e as grandes obras de infraestrutura, seja na construção de estradas, pontes, as 22 escolas já construídas e a reestruturação da rede hospitalar do Estado, contribuíram decisivamente para garantir movimentação econômica e atrair novos investimentos, além de fortalecer os que já atuam na região.
Por conta disso, os setores que mais cresceram nos últimos três anos foram comércio, construção civil e serviço. Camilo Capiberibe finaliza afirmando: "estamos fazendo o nosso dever de casa, garantindo o nosso crescimento econômico, apesar da situação que a economia nacional atravessa".
Fonte: Agência Amapá